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Conheça Wing Wen, uma mistura do Snoopy com o Duas-Caras (aquele inimigo do Batman)

Harvey Dent, o Duas-Caras, é um dos mais clássicos inimigos do Batman. Não esteve no famoso seriado estrelado por Adam West, mas foi vivido por três atores diferentes em longas para o cinema:

* por Billy Dee Williams, em "Batman - O Filme", dirigido por Tim Burton no distante ano de 1989
* por Tommy Lee Jones, em "Batman Eternamente", de Joel Schumacher (em 1995)
* e, neste ano, por Aaron Eckhart em "Batman - O Cavaleiro das Trevas", de Christopher Nolan

E eis que surge uma versão de carne e osso para Harvey Dent na vida real. De carne e osso e que late: Wing Wen, um beagle – mesma raça que outro clássico personagem de quadrinhos, aliás: o Snoopy.

Meu nome é Wing Wen, e sou um filhote do Snoopy com o Duas-Caras! (Crédito da foto: reprodução do The Sun)

O jornal britânico "The Sun" publicou nesta semana uma matéria sobre Wing Wen, que passa muito bem, obrigado por perguntar, após a cirurgia plástica que reconstrui seu rosto.

Vida longa a Wing Wen, o cão que é cara de um, focinho de outro!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h35
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Thanksgiving Day? Que nada! O negócio é criarmos o feriado nacional do Dia do Obrigado Aí
Hoje é dia de eles, os norte-americanos, comemorarem o Thanksgiving Day, conhecido em terras brasilis como Dia de Ação de Graças.
 
A idéia de ficar copiando tudo o que os estrangeiros fazem não é muito a minha praia, mas no caso do Thanksgiving Day, acho que devemos perder alguns minutinhos para uma reflexão sobre transformar a data em um feriado nacional. Dou três motivos:
 
1 - porque seria um novo feriado

2 - porque em feriado nós não trabalhamos, mas descansamos

3 - na maioria dos feriados (nos melhores deles), come-se muito bem, sem aquele medinho de engordar
 
Só me questiono quanto ano nome: Dia de Ação de Graças. Dia do Obrigado Aí não seria muito mais simpático? Enfim, o Thanksgiving Day é o dia de agradecer. E agradecer, cá entre nós, além de ser um ato de educação, é um ato de muita simpatia.
 
Por exemplo: você agradece o caixa da loja quando ele te entrega o troco certinho? Ou confere as moedas, guarda na carteira e se manda? Só fala com o caixa se ele erra o troco, hein? Hein, hein?

Você agradece o ascensorista (suponho que o lugar onde você more ou trabalha tenha ascensorista)?

Você agradece quando o frentista te deseja boa viagem?
 
Você agradece quando o padeiro te deseja bom dia?
 
Aliás, você retribui bom dia quando te desejam um no trabalho? Ou murmura qualquer coisa, mas nem tira o olho do computador, como se o computador fosse mais importante que um colega de trabalho?
 
Enfim, o Dia do Obrigado Aí é uma baita idéia. Uma oportunidade para que sejamos todos mais educados uns com os outros. Mais bacanas uns com os outros. Mais Editor do UOL Tablóide uns com os outros - se é que você me entende.
 
O Dia do Obrigado Aí é mais do que uma desculpa esfarrapada para mais um feriadão em casa, coçando o umbigo e olhando para cima esperando o teto se mexer. É uma idéia para refrescarmos nossas idéias sobre educação, simpatia, gentileza, humanidade e essas paradas aí.

Sem falar que seria feriado, claro.
 
E você, internauta? O que acha de transformar o Dia do Obrigado Aí em um feriado nacional?

(Aliás: podia começar me agradecendo por essa bela idéia, hein? Hein? Hein?)
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 11h56
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Bolsa perdida por astronauta pode ser vista da Terra; estaria surgindo aí um novo fenômeno mundial?

Lembra da astronauta que perdeu uma bolsa na semana passada?

Pois é.

A bolsa de ferramentas que a astronauta Heidemarie Stefanyshyn Piper perdeu na semana passada durante uma caminhada espacial para garantir a provisão energética da astronave Endeavour vaga pelo espaço e pode ser vista com relativa facilidade da Terra.

Quem preferir ver a bolsa por seus próprios meios, porém, pode pegar um telescópio de pequena potência e mirá-lo para o céu de noite.

Sempre que o céu estiver claro, poderá contemplar este novo componente do lixo espacial por cerca de dois minutos.

Como tem de tudo nesse mundo (inclusive uma bolsa rodando ad infinitum ao redor dele), a bolsa está gerando uma legião de fãs. Tem gente filmando, da Terra, a bolsa e colocando o vídeo na Internet:

O lugar e o momento oportuno para onde virar o telescópio são descritos pelo site www.spaceweather.com.

Estaria surgindo aí um novo fenômeno mundial? Imagino que, daqui a pouco, vai ter gente mobilizando turmas para ver a bolsa: "Que tal irmos tomar uma cervejinha e ver a bolsa perdida voando no espaço?" Ou: "Quer ir ao cinema ver o novo do Woody Allen e depois ver a bolsa perdida voando no espaço?"

Quando o Editor do UOL Tablóide perde a carteira (o que é freqüente), ninguém ajuda. Agora, só porque essa mina perde a bolsa por aí, gera toda essa mobilização!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 17h42
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Alívio geral! Justiça perdoa casal condenado por fazer sexo em praia

Faça amor , não faça guerra, dizem muitos – inclusive o Editor do UOL Tablóide, este ser anti-belicista e eterno pregador do verbo "amar".

Mas há também os que ampliaram o ditado para "faça amor , não faça guerra, mas não exagere".

Veja o caso deste casal britânico. Michelle Palmer e Vince Acors foram condenados no dia 16 de outubro a três meses de prisão e a pagar uma multa de US$ 300. Motivo: o casal foi pego fazendo amor  em uma praia, em julho passado.

Dito isso, gera um certo alívio a nós, pró-amor, esta novidade, publicada pelo UOL Notícias: "Casal condenado por fazer sexo em praia de Dubai é perdoado pela Justiça".

Ufa!

Com nova sentença, os dois pombinhos serão deportados e terão de pagar uma multa de US$ 272 cada um. Convenhamos, bem melhor do que passar três meses no xilindró, não?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 17h16
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Ode à segunda-feira

Se você acorda mal-humorado diariamente, mas mais ainda na segunda-feira...
Se você acha que a semana é dividida em três: fim de semana, dias da semana e a maldita segunda-feira...
Se você curtia (ou ainda curte, como o House - vai dizer que você perdeu essa cena no seriado?) a música "I Don't Like Mondays", da banda The Boomtown Rats...

Então o UOL Tablóide Critica desta semana é ideal para você: UOL Tablóide critica a segunda-feira!

O que achou?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 10h33
Batman processa Batman por uso indevido do nome

Não sei se o "Gotham Gazette" e o "Gotham Globe", os maiores jornais de Gotham City, também noticiaram essa, mas a Folha cravou: Batman processa Batman por uso indevido do nome.

Batman, a cidade turcaExplicando: a cidade turca Batman, ao sul do país, quer cobrar de Christopher Nolan, diretor do filme "Batman: O Cavaleiro das Trevas", direitos autorais pelo uso do nome da localidade no filme.

O prefeito Huseyin Kalkan declarou que o nome Batman pertence à cidade. Segundo ele, o governo local já trabalha com advogados para processar quem utilizar o nome sem autorização prévia.

Como diria Robin (o do seriado de TV, não o das HQs contemporâneas): "santa picaretagem, Batman!".

ps - comentário nerd: Batman (a cidade) já apareceu em uma história da DC Comics, a editora que possui os direitos de Batman (o personagem). Foi em "JLA Annual" número 4, publicada em 2000 e ainda inédita no Brasil. Batman (o personagem) também participa da história. Será que se Huseyin Kalkan, o prefeito de Batman (a cidade), souber disso ele vai processar a editora?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h00
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Passo a passo: nove regras para tomar chope

A "Ilustrada", da Folha de S.Paulo, divulgou nesta quinta (06/11), em um claro serviço de utilidade pública, as nove regras para tirar um chope perfeito: purificação, sacrifício, inclinação, colarinho, retirada, guilhotina, julgamento, limpeza e apresentação.


Chope bom é chope gelado!O Editor do UOL Tablóide, em outro claro serviço de utilidade pública, divulga agora as nove regras para tomar um chope gelado - não precisa ser perfeito, porque perfeita mesmo só a seleção brasileira de 1970.


1 - A invocação (Se fosse para seguir ao pé da letra o passo a passo da Ilustrada, era para ser "purificação", mas, convenhamos, beber chope não é exatamente algo puro.)
O ritual sagrado de tomar chope começa no santuário do seu próprio lar (ou escritório). A primeira etapa é convidar amigos e amigas para a liturgia etílica. Tomar chope sozinho não chega a ser um sacrilégio, mas não é tão divertido quanto acompanhado. Afinal, contar piadas sozinho não faz sentido; contar piadas acompanhado de amigos levemente embriagados é sensacional - todo mundo ri, mesmo que não tenha a menor graça.


2 - O sacrifício
A segunda parte do rito do chope também se dá antes da chegada ao santuário etílico conhecido como bar: o sacrifício. Uma pessoa da turma é escolhida – pode ser por sorteio, "dedos" ou até respeitando uma respeitável e democrática ordem aleatória. Esta(s) pessoa(s) será(ão) o(s) motorista(s) da turma. Portanto, só vão poder beber água, refri, suco e bombons de licor, e olhe lá - se não, o perigoso e ameaçador Bafômetro vem aí!
Se ninguém for dirigir, esta etapa torna-se evidentemente desnecessária.


3 - A localização (Era para ser "a inclinação", mas ainda estamos na preparação, e inclinado o cidadão fica depois de bêbado - e só se beber muito.)
Define-se o bar, palavra genérica que serve para bar, lanchonete, restaurante, boteco, choperia etc, contanto que o objetivo seja ir lá para tomar um chope. Pré-requisito: o chope deve ser gelado. De preferência, gostoso. Há quem prefira os chopes baratos (caso do meu eterno amigo etílico, o Zé Cachacinha), há os que preferem os mais caros porque seriam "mais gostosos" (caso do meu eterno amigo etílico, o Zé Cachacinha - ele diz que chope bom é chope com graduação alcoólica, ou seja, ele não tem muito padrão de avaliação).


4 - O acepipe (Era para ser "o colarinho", mas o Zé Cachacinha ensina: não há nada como um bom pitéu para abrir o apetite)
Este item, na verdade, é opcional. Há quem prefira já partir para o chope, pulando a liturgia do petisco. Mas ela não deixa de ser interessante: sempre que uma turma se senta à mesa, um amigo mais empreendedor se encarrega de pedir o número correto de chopes ("Garçom, desce só sete? Aqueles dois ali vão dirigir!"). Depois, este mesmo empreendedor faz uma rápida consulta entre os presentes para perguntar qual será o aperitivo. Como todo mundo vai responder "qualquer coisa", ele sempre vai pedir o que ele mesmo, o empreendedor, estiver com vontade.


Chope gelado é chope bom!5 - A retirada do pedido
Trate o garçom sempre com simpatia, respeito e educação, e não só porque ele pode cuspir na sua bebida antes de te servir, mas porque simpatia, respeito e educação são bons e mantêm os dedos no lugar. De preferência, chame-os pelo nome. Se não souber, pergunte. Se estiver com preguiça, tem toda aquela infinidade de vocativos eternizados pelo Skank na música "Saideira": comandante, capitão, tio, brother, camarada, chefia, amigão...


6 - A guilhotina
Corte os papos chatos da mesa. Falar mal de alguém por trás é deselegante. Vilipendiar o chefe é permitido, mas certifique-se de que não haja um X9 à mesa (para quem não conhece a gíria X9: dedo-duro, alcagüete, dedo-de-seta etc.).


7 - O julgamento
Essa parte é a mais fácil: assim que o garçom trouxe o copo, antes mesmo de levá-lo à boca, julgue-o ao tocá-lo: se estiver gelado, pode beber; se não, peça para trocar. Com simpatia, respeito e educação, é claro.


8 - A limpeza
O ato de beber chope em público, sozinho ou acompanhada de uma manada etílica, exige os tradicionais bons modos de sempre: não arrote, não mastigue de boca aberta, evite babar etc. etc. etc. Lembre-se disso antes de começar a beber e, principalmente, tente se lembrar disso quando estiver embriagado.


9 - A apresentação
O brinde é essencial e abre cada rodada. Eleja um tema – "saúde" é batido, mas serve aos que não têm muita imaginação. A liturgia do brinde recomenda que o cidadão leve o copo à boca antes de devolvê-lo à mesa.
Os mais conservadores levam o copo sobre a cabeça e fazem um giro horizontal com ele - é um ato plasticamente interessante, mas desnecessário: você pode desperdiçar o chope (sacrilégio!) e, ainda por cima, se sujar (lembre-se do item 8, a limpeza).
Lembre-se do ditado etílico: "beber sem brindar, sete anos de azar!".


E saúde! (Sim, também não tenho muita imaginação!)

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 17h28
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