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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Albanian, Portuguese, Sexo, Sexo, Sexo
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A eterna controvérsia sobre a mulher mais bonita do mundo

A cada 15 dias, você já deve ter reparado, há uma eleição de mulher mais bonita do mundo (não confunda com os concursos de miss, que são sérios e sensacionais). Costuma-se apenas alterar o título: "mulher mais bonita do mundo", "mulher mais bonita do mundo de todos os tempos", "mulher mais bonita de todos os mundos de todos os tempos" etc.

Vi hoje na Folha Online que, segundo o tablóide inglês "Daily Express", a atriz galesa Catherine Zeta-Jones foi eleita a mulher mais bela do mundo. A pesquisa ouviu cerca de 8 mil mulheres em diferentes capitais do mundo, de Nova York e Londres a Tóquio.

[O título da nota original, do "Daily Express",  diz assim "Catherine Zeta Jones: officially the world's most beautiful woman" ("Catherine Zeta Jones: oficialmente a mulher mais bonita do mundo". Adorei o "oficialmente". Agora sim, com um jornal falando oficialmente em nome do mundo, eu posso ficar muito mais tranqüilo .]

Eu, enquanto Editor do UOL Tablóide e do alto da minha conhecida imparcialidade quando o assunto é beleza, pergunto: quem vai levar a sério uma pesquisa de beleza que não tem uma brasileira em primeiro lugar? Aliás, que não dez brasileiras nos dez primeiros lugares???

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h58
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Pequenos comentários sobre o sentido da vida

Tenho alguns hobbies leves. Coisas que me ajudam a me distrair, a descansar, a abstrair. Estudar mecânica quântica, praticar chessboxing (mistura de xadrez com boxe), assistir a neurocirurgias e, claro, filosofar sobre a vida. O sentido da vida.

Afinal, qual é o sentido da vida?

"A vida é boa, mas não é justa. Nem um pouco. Acostume-se com isso", ensinou-me o músico Marcelo Nova

"A vida é como uma caixa de bombons: você nunca sabe o que vai pegar", repete-me a Tia Izildinha, com alguma freqüência, após ter assistido a "Forrest Gump"

"A vida é aquilo que acontece quando estamos fazendo planos", diz o Zé Ruela, afeito a frases de efeito

"A vida é dura para quem é mole", afirma o Ruelinha, irmão do Zé Ruela

"A vida sou eu e um monte de mulheres em volta", gaba-se o Mané Galinha

"A vida não faz o menor sentido, nem para um dadaísta", queixa-se o Resmungo

"A vida é uma droga", queixa-se o Resmungo

"A vida é chata", queixa-se o Resmungo

"O Resmungo que é chato", rebate a Vida

"Se a vida lhe der um limão, faça uma caipirinha e me convide para tomar", propala o Zé Cachacinha

"Se a vida lhe der um limão, faça uma cachaça, um uísque e uma porção de amendoins", prega o Tranqueira, com sua lógica cartesiana

"A vida é uma prebenda", pondera o Elegante

"A vida sou eu, o resto é figurante", ilude-se a Rainha do Drama

"A vida é boa para o senhor, chefinho", atua o Puxa-Saco

"Eu sou eu, a vida é conseqüência", reflete Ele, O Bom

"Xyyxyx yyxy yxyxyxyx yxyxyx xyxyx xyyx yxyxyxyxy", repetia sempre minha ex-namorada alienígena, que nunca se esforçou para aprender a falar português

"A vida é assim já foi boa", recorda-se o Saudosista

"A vida é assim, né?", poetiza Janjão Quebra-Unha, zagueiro amador e poeta mais amador ainda

Às vezes eu acho que a vida é um monte de gente dando palpites.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h34
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Como será um cara que ganha na loteria com dois bilhetes diferentes?

Folha Online dá a notícia: um mesmo apostador acerta Dupla Sena com dois bilhetes. Ou seja: ele apostou, em duas lotéricas diferentes, o mesmo jogo. Apostar o segundo jogo era, portanto, desnecessário.

Mas o cara ganhou... (Que tal darmos um nome hipotético para ele? OK, Zé Trevo serve...) Vai ver, este é o segredo do sucesso. Quando o Zé Trevo quer uma vaga em um trabalho, inscreve-se (obrigado, Fabio!) duas vezes: batata!, é contratado. Quando o Zé Trevo quer ganhar um iPod em um palito de sorvete, compra dois sorvetes do mesmo sabor e pimba!, ganha o tal iPod. Quando o Zé Trevo quer xavecar uma mulher, manda, ao mesmo tempo, dois buquês de flores iguais até no número de pétalas para a beldade e tcharararam!, ela aceita o convite para sair.

Zé Trevo não precisava ter apostado o segundo jogo na Dupla Sena - o primeiro já era o suficiente. Mas ele apostou. E ganhou R$ 1.200.000. Quem vai ter coragem de dizer para esse camarada que o segundo jogo era desnecessário?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h51
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E a greve dos roteiristas, hein?

Os roteiristas de televisão e cinema dos Estados Unidos estão em greve. E o negócio tá tão sério que até a cerimônia de entrega do Oscar pode ser adiada.

Mas você já parou para pensar o que seria dos personagens filmes e seriados se os roteiristas não voltarem?

- os pobres coitados perdidos naquela maldita ilha iam continuar lá para sempre;

- o Jack Bauer ia parar de apanhar e de ser torturado, mas também ia parar de salvar o mundo a cada 24 horas;

- o House ia parar de brigar com todo mundo (acho que a equipe que trabalha com ele deve estar adorando a greve);

- os X-Men (do filme) nunca vão saber que o Professor Xavier não morreu;

- por falar em X-Men, o Wolverine vai continuar sem saber quem ele é (ele e o pessoal do "Lost", aliás, deveriam fundor um grupo de auto-ajuda "Eu Não Estou Entendendo Nada, Alguém me Ajuda!");

- o Monk nunca vai se curar!

E agora?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 20h11
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Tudo o que eu tenho a dizer sobre a crise econômica nos EUA

"Dinheiro na mão é vendaval
É vendaval
Na vida de sonhador
De um sonhador

Quanta gente aí se engana
E cai da cama como toda ilusão que sonhou
E a grandeza se desfaz
Quando a solidão é mais
Alguém já falou

Mas é preciso viver
E viver não é brincadeira não
Quando o jeito é se virar
Cada um trata de si
Irmão desconhece irmão

E aí dinheiro na mão é vendaval
Dinheiro na mão é solução
E solução
E aí dinheiro na mão é vendaval
Dinheiro na mão é solução
"

"Pecado Capital", de Paulinho da Viola.

E tenho dito!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 15h23
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Eu e meus problemas de memória

Meia-hora depois de assistir a um filme, ainda me lembro do nome dele, mas não do final.
Nas poucas vezes em que me arrisco a contar uma piada, esqueço dela no meio e preciso que alguém me ajude a contar até o final.
Conto, todo empolgado, uma novidade bombástica para um amigo. Inevitavelmente para o mesmo amigo que me contou esta novidade no dia anterior.
Às vezes pergunto que dia é hoje e alguns amigos, mais detalhistas, respondem dizendo até o mês. Outros me informam até o ano. Nunca sei se estão brincando ou se a fama da minha falta de memória já chegou a esse ponto.
No Natal, dei de presente para uma amiga o mesmo livro que eu havia dado para ela no Natal anterior.
Compro HQs e livros repetidos. Com uma freqüência vexaminosa. Até contaria aqui quantas vezes fiz isso no ano passado, mas, evidentemente, não me lembro com exatidão.
Aliás, tenho vários livros emprestados aqui em casa que eu já li, mas não consigo devolver porque esqueci quem são os donos.
E, o que é pior, não me lembro se já escrevi um post contando sobre minha falta de memória ou se esta é a primeira vez.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 15h31
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Prazer e preço alto: tudo a ver

Esta é uma notícia velha, para os padrões de Internet. Eu diria que é quase pré-histórica: foi publicada dois longos dias atrás. Nossa, faz tanto tempo, não consigo me lembrar sequer de onde eu estava tanto tempo atrás. Entretanto, como a notícia é boa, resolvi retomá-la, pedindo perdão antecipado por esse atraso monumental. Mas acho que vale a pena. Vocês, humanos, não param de me surpreender.

A notícia é do meu querido UOL Ciência e Saúde: Vinho mais caro causa mais prazer, indica pesquisa. Segundo um estudo, o fator psicológico (vocês, humanos, são tão influenciáveis...) faz com que o grau de satisfação com o vinho aumente de acordo com o seu preço, tornando-o mais "agradável" ao paladar (vocês, humanos, são tão estranhos...).

Os pesquisadores deram a 20 pessoas duas doses do mesmo vinho, dizendo a eles que a bebida havia custado algum valor entre US$ 5 e US$ 90. A maioria considerou melhores as doses dos vinhos "mais caros". Os pesquisadores usaram uma técnica de ressonância magnética para observar o comportamento do cérebro dos pesquisados ao saborear cada dose de vinho. (Ressonância magnética é o que há, não?)

O estudo mostrou que uma região no cérebro que tem um papel importante na sensação de prazer ficava mais ativa durante a degustação dos vinhos "mais caros" do que na ingestão dos "mais baratos".

Ou seja: não é impressão do camarada que ele está gostando mais: ele está gostando mais mesmo!

Isso é simplesmente sensacional. E não estou falando em servir um vinho Sangue de Boi (disfarçado, é claro) para amigos, dizendo que cada taça custa aproximadamente US$ 50. O que estou falando é: vocês humanos são mais impressionáveis do que pensam! Exigem cervejas "melhores", vinhos "mais caros" e refeições mais "elaboradas".

Quero dizer: sim, há diferença entre eles. Mas será que há tanta diferença assim? A cerveja X é realmente melhor que a Y ou você só acha que é porque seus amigos e as propagandas dizem que sim? A rabada do restaurante XXX, lá do outro lado da cidade, mas que cobra tão caro por qualquer coisa que venda, é realmente mais gostosa que a rabada do boteco YYY, que fica na esquina da sua casa, mas, por ser um "boteco", você nunca entrou para experimentar?

Vocês, eu não sei. Mas, para mim, saber que o preço de uma comida ou bebida altera o paladar significa uma coisa: o mundo é um enorme UOL Tablóide!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 17h58
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Eu sou brega. Sou?

Chame-me de brega, e eu atenderei. Não sei se sou ou não, mas há tantas ocasiões em que assim sou taxado que já tomei isso como uma verdade absoluta - e olha que eu acredito que há poucas verdades absolutas no mundo, como "Dois carros não cabem na mesma vaga, por mais que se buzine".

Eu ando de chinelo com meias. Me chamam de brega.

Eu gosto de Banda Calypso. Me chamam de brega.

Eu acho que "Deixa Eu te Amar", do Agepê, a melhor música sobre amor em língua portuguesa. Me chamam de brega.

Eu fico emocionado quando a seleção brasileira está prestes a entrar em campo e tocam o hino nacional. Me chamam de brega.

Eu coloco a mão no ombro do meu interlocutor. Me chamam de chato. OK, desvirtuei, isso fica para outro post.

Eu faço trocadilhos infames. Me chamam de brega e sem-graça. Como sou o último bastião na luta pelos trocadilhos infame, sigo em frente, inabalável.

Eu gosto de filmes classe B, mas mais ainda de filmes classe E-, como "A Geladeira Diabólica" ou "Homem-Coisa". Me chamam de brega.

Acho que sou brega. Mas, pelo menos, não saio por aí tachando as pessoas " só porque elas têm um gosto musical (ou de cinema, roupas etc.) diferente do meu.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h04
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Campanha pelo adesivo 'Cuidado: babaca ao volante'

Se você dirige ou já dirigiu carros por uma cidade grande, ou média, ou com pelo menos dois carros nas ruas ao mesmo tempo, já deve ter vivido algumas das situações abaixo.

1 - Você está na faixa do meio. Um babaca vem da faixa da direita, buzinando, te fecha, passa para a faixa da esquerda e vai embora, como se você e seu carro não existissem.

2 - Você está dirigindo com calma, sem pressa, numa boa. Um Rubinho Barrichello na Ferrari. Aí vem um babaca láááá de trás mandando farol alto e buzinando ao mesmo tempo. Você vai para a direita, dando espaço para o apressado passar. Em vez de um agradecimento, ouve um insulto do gênero "O da direita acelera, sua besta!", "Tirou a carta pelo correio, tartaruga?!" etc.

3 - Você está dirigindo com calma, sem pressa, numa boa. Um Rubinho Barrichello na Jordan. Aí vem um carro da faixa ao lado em rota de colisão com seu, e você tem que fazer milagre para evitar a batida. Assustado, mas vivo, você olha para o outro carro e percebe que o(a) motorista está conversando alegremente pelo celular e sequer percebeu a barbeiragem que cometeu.

4 - Você leva 35 minutos para avançar uma quadra em que, por coincidência, há um colégio. Descobre, também por coincidência, que demorou tudo isso porque dezenas de babacas (pais ou mães, tanto faz) não têm o hercúleo trabalho de estacionar o carro em um lugar decente. Simplesmente param no meio da rua, ligam o pisca-alerta e deixam o carro paradão ali, atrapalhando o trânsito mais que o defunto da canção do Chico Buarque, enquanto vão pegar seu pimpolho ou pimpolha. Afinal, para que pensar nos motoristas dos carros de trás?

Por essas e outras eu acho que devemos iniciar uma campanha de extrema utilidade pública. Vamos pedir a todos os babacas, como os supracitados, coloquem um adesivo enorme em seus carros, com os dizeres "Cuidado: babaca ao volante". Não é caro, e é tão simples que até um babaca daqueles que estaciona o carro em frente à garagem de um desconhecido e só volta seis horas depois conseguiria fazer.

Não sei se com esses avisos o trânsito melhoraria, o número de acidentes diminuiria etc. Mas eu me sentiria muito mais seguro ao ver um carro com esse adesivo na minha frente. Afinal, já ficaria precavido: daquele motorista eu posso esperar tudo, menos que respeite as leis de trânsito ou pense em outro motorista que não ele mesmo.

Será que essa campanha pode dar certo?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h52
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Ah, é, tem o verão
O que dizer do verão?
O Sol forte lá em cima. Adoro.
Os passarinhos cantando felizes. Adoro.
Aquele calor desgraçado numa caminhada despretensiosa até a esquina. Adoro.
Aquele calor desgraçado no carro que não anda por causa do maldito trânsito. Adoro.
Aquele calor desgraçado no ônibus que não anda por causa do maldito trânsito. Adoro.
As roupas de verão (bermudão e camisetas sem manga) que eu deixei guardadas nos últimos anos e que, inexplicavelmente, não servem mais em mim. Ou eu engordei, ou elas encolheram. Claramente elas encolheram. Adoro.
Todos os bares lotados, com fila de espera sem previsão. Adoro.
Uma sede infernal que não passa nunca - até entrar no escritório, com o ar-condicionado ligado de modo a nos lembrar que o Pólo Sul está logo ali. Adoro.
Se tem uma coisa que o verão desperta em mim, é a ironia.
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h25
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Gente, esses filmes de ficção têm muita ficção!

Li uma notícia bem legal hoje: "Livro mostra Hollywood como universo à parte". Sobre um livro que espinafra os filmes de ficção e fantasia que desafiam as leis da física: a conclusão do autor é que esses filmes têm muita ficção e fantasia!

Ah, vá!

O cara desce a lenha em "Jornada nas Estrelas", "Guerra nas Estrelas" etc. Diz que o Homem-Aranha, se criasse a teia que dispara pelos punhos, perderia 33% do volume do seu corpo a cada 1,6 quilômetros (ou seja, no primeiro passeio já morreria esgotado). Reclama que o King Kong teria esmagado sem querer e matado a Naomi Watts (que desperdício!). E acusa que a trilogia "Matrix" esbarra na segunda lei da termodinâmica.

Ou seja: ele não estranha um cara ser picado por uma aranha radioativa, sobreviver e sair por aí pendurando-se pelas paredes; acha que é normal um macaco gigante apaixonado pela Naomi Watts (se bem que se apaixonar pela Naomi Watts é compreensível); e quanto ao "Matrix"...

Ele também reclama quando assiste ao "Superman"? "Ei, esse cara está voando!" Ou "O Dia em que a Terra Parou!"? "Que bobagem! Nenhum alienígena se pareceria com esse!" Aposto que esse cara é tão chato que chiou na cena da bicicleta de "E.T. - O Extra-Terrestre" e que reclama que "Os Simpsons" é inverossímil porque ninguém seria tão burro quanto Homer Simpson!

Será que ele não tem imaginação? Não gosta de se divertir?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 20h14
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Um grande escritor faz 70 anos em 2008

Lawrence Block é escritor de policiais. E, como bom escritor do gênero vivo, ainda não é um clássico. Segundo sua própria definição, ficção policial só vira clássico depois da morte do autor.

Em 2008, Block completa 70 anos. Ele nasceu em Buffalo (EUA). Em homenagem a seu aniversário, o Editor do UOL Tablóide pegou um livro seu que estava na estante, esperando chegar a vez, e o fez furar a longa de fila de obras relevantes que ocupam seu tempo quando ele não está vendo TV podre (Superpop, por exemplo).

O que dizer de "Uma Longa Fila de Homens Mortos"? Sem querer resenhá-lo, o Editor sugere que o leitor preste atenção nos dois grandes grupos no livro: um se reúne anualmente para contabilizar quem dos 31 elementos originais morreu no período que passou; o outro encontra-se nas salas de testemunho dos Alcoólicos Anônimos. Block nunca estabelece uma conexão direta entre as duas, mas há várias pistas literárias que as vão aproximando.

De certa forma, o romance parece considerar que as pessoas "normais" estão no AA, enquanto as aparentemente bem sucedidas estão naquele grupo de "homens bons" que se acha "escolhido".

Claro que isso é uma simplificação; toda teoria é uma simplificação da realidade. Mas, com uma frase dessas, a gente deixa o clube dos críticos literários e entra no dos filósofos. O que não era a intenção deste editor, que vai parando por aqui.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 11h57
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Samba da loteria

O fracasso do "Samba do Fim do Mundo" subiu à cabeça do Editor do UOL Tablóide. Nenhum comentário, nenhum elogio falso, nenhuma crítica construtiva, nenhuma recomendação para desistir.

Por isso, ele começa o Ano Novo tentando de novo, com o "Samba da Loteria - Homenagem a Etelvina".

Samba da loteria - homenagem a Etelvina

Análise combinatória,
logarítmo e proporção,
apostei na loteria
uma certa numeração,
a dona da casa tá brava,
queria o dinheiro na mão.

Vamos esperar, meu bem,
vamos esperar, querida,
na sorte da roda da vida
seu real pode ser um milhão,
na roda da sorte da vida
seu real pode ser um milhão.

O jogo do bicho é o bicho,
costuma levar o quinhão,
mas não chore, minha querida,
na roda da sorte da vida
seu real pode ser um milhão.

Mega-sena, dupla-sena,
leve a quina na esportiva,
na sorte da roda da vida
seu real pode ser um milhão.

Gozador de muita fama
definiu a loteria:
é imposto sobre otário
que não preza sua grana.

Não sou eu o pessimista,
Ainda acho uma saída,
na roda da sorte da vida
meu real pode ser um milhão,
na sorte da roda sorte da vida
meu real pode ser um milhão.

O Editor gostaria de contar, sinceramente, com seu comentário. E, se você quiser, dê uma olhada também no "Samba da Reunião" e na letra pessimista "A nuvem foi a grande vencedora".

Pelo jeito, muito em breve, teremos um LP.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 09h52
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