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Mais um samba do Editor

O Editor do UOL Tablóide também viu a entrevista com o verdadeiro Capitão Nascimento.

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Mas, como é um fanfarrão, não agüentou a sexta-feira e fez mais um sambinha (para tocar com a banda Trocadalho do Carilho), que vai abaixo:

O samba da reunião

O doutor mandou chamar
Chamar para a reunião
Notícia boa não é, meu irmão
Notícia boa não é, meu irmão

"Não sei se você sabia,
Se eu fosse você, eu não ia
Se eu fosse você, eu não ia"

A chefia avisou
Quem não for não tem problema
mas fica fora do esquema
mas fica fora do esquema

"Não sei se você sabia,
Se eu fosse você, eu não ia
Se eu fosse você, eu não ia"

A colega assustada
com jeitinho de dondoca
deu início à fofoca
deu início à fofoca

"Não sei se você sabia,
Se eu fosse você, eu não ia
Se eu fosse você, eu não ia"

A vida corporativa
é feita de algumas desfeitas
quando chega sexta-feira
é a hora da colheita

"Não sei se você sabia,
Se eu fosse você, eu não ia
Se eu fosse você, eu não ia"

Batida de limão, muito gelo
e caipirinha, uma cerveja gelada
e começa a madrugada

Você foi à reunião?
Eu não fui, não tem problema
Fiquei de fora do esquema
Fiquei de fora do esquema

Não rendeu o que devia?
Tenha desculpas à mão:
Não era a minha meta
Mas eu tava na reunião

Você foi à reunião?
Eu não fui, não tem problema
Fiquei de fora do esquema
Fiquei de fora do esquema

Gostou? Não é o primeiro: quem quiser, tem mais um aqui.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h37
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Um movimento literário a favor do portunhol

Li ontem na Ilustrada (sim, sou fã da Ilustrada e dos blogs Ilustrada no Cinema e Ilustrada no Pop) que há um movimento literário a favor do... portunhol (leia aqui, para assinante do UOL ou da Folha)!

"Trata-se de um grupo de escritores do Brasil, do Paraguai e da Argentina, que lançou uma espécie de manifesto em defesa do 'portunhol salbaje'", conta a matéria. "A idéia é promover experimentações literárias a partir da linguagem oral da fronteira entre o Brasil e o Paraguai e da mistura da linguagem urbana com a tradição nordestina, influenciada pelo romanceiro luso-espanhol da Idade Média."

Eu, enquanto Editor do UOL Tablóide, sou a favor. Primeiro, porque sou a favor de toda e qualquer experimentação, principalmente as artísticas - e literatura é arte, nobre internauta! Segundo, integração de culturas é zuzo de bom. E terceiro... Portunhol é um dos idiomas mais sensacionais que existem.

Será errado da minha parte se eu me gabar de já ter escrito uma nota em portunhol há mais de três anos?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h57
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Afinal, você é contra ou a favor?

Eu, sem dúvida alguma, adoro conversar. Ouvir as pessoas, falar "groselha", dar muita risada - especialmente quando estão falando sério comigo, o que costuma gerar situações socialmente desfavoráveis para mim. Além disso, perco o respeito próprio, mas não perco a piada (aliás, não sei se sobrou alguém por aí que ainda me respeita, mas isso é outra história). Mas o lance é que sempre chega um momento, em que alguém me pergunta: você é contra ou a favor?

Por que eu preciso sempre me posicionar? De onde vem esta necessidade de ter sempre uma maldita opinião? Pô, às vezes eu quero só ouvir, sem pensar muito. Mas nããão: sempre vem aquela pergunta depois da pergunta. A pergunta é "qual sua opinião?" - até aí, tudo bem. A pergunta depois da pergunta: "como assim tanto faz?".

Por que tenho de ser categórico quanto a tudo? Se eu acho que, no espectro ideológico político, esquerda e direita viraram uma farofa só? Se os anos 70 foram mais significativos, culturalmente falando, que os anos 80? Se há, de verdade, diferença entre um vinho que custa R$ 50 e outro que custa R$ 450, ou se é apenas frescura? Se usar bigode agora é fora de moda? Se, no futebol, o esquema 4-4-2 é mais eficiente que o 3-5-2? Se o cinema brasileiro tem momentos de dar sono? Se a súmula vinculante é importante ou não? Se conhaque é melhor com ou sem gelo? Se tênis é um esporte ou uma atividade física? Se o Papai Noel é um símbolo do império capitalista que quer perpetuar o valor das coisas materiais? Se um retorno da banda Mother Love Bone seria uma boa ou um mero projetinho caça-níqueis? Se tamanho é documento, quando o assunto é pen drive? Se artista dito independente não pode dar entrevista ao Jô Soares? Se a carne deve ser sempre acompanhada pelo molho vinagrete?

OK, vou me posicionar agora: sou contra esse negócio de ter de ficar me posicionando o tempo todo!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 00h22
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Por que não te calas?

O rei Juan, da Espanha, perguntou a Hugo Chávez, presidente da Venezuela: por que não te calas?

Isolando-me do fato (quem sou eu para me meter entre um rei e um presidente?), gostei da pergunta. Clara, objetiva, resignada. Literariamente perfeita. Pode ser usada em várias ocasiões. Já que o interlocutor não vai ficar quieto, ele pode ser educado e ao menos explicar a razão de sua garrulice.

Este humilde (tá, nem tão humilde assim) Editor do UOL Tablóide já teve vontade de conter a incontinência verborrágica de outros. Entretanto, faltou-lhe a coragem (ou a majestade) de emitir um comentário como o agora clássico "por que não te calas?".

Zé Cachacinha, você está, de novo, enaltecendo sua ressaca? Por que não te calas? Resmungo, você continua reclamando de não ter mais do que reclamar? Por que não te calas? A Ex-Namorada Alienígena quer discutir a relação... Mais uma vez? Ai!

E você, internauta, a quem gostaria de dirigir um majestoso "Por que não te calas?"?

Ao Chuck Norris (haja coragem!)? Ao Capitão Nascimento (haja coragem! parte 2 - a missão)? Ao vizinho do andar de cima e sua infinita reforma que só iria durar duas semanas? Ao Editor do UOL Tablóide?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h48
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Feliz Aniversário, professor!

Um registro: o Editor do UOL Tablóide festeja hoje com os amigos mais uma primavera do nascimento do inesquecível professor Cotonete, doutor em epistemologia e especialista em numismática da Universidade de Zootecnia Aplicada do Atol das Rocas.

O Editor pede desculpas ao professor por, até hoje, ter mantido sua fama tão distante dos conhecimentos do leitor deste blog.

Parabéns, professor!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 20h05
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O eterno problema do livro emprestado

Duvido que seja só comigo. Acredito, do âmago da minha alma, que se trate de um problema universal: o eterno problema do livro emprestado.

Tudo começa de maneira inocente (aliás, tudo mesmo, não só o eterno problema do livro emprestado). Você está na casa do seu amigo, amiga ou ex-namorada alienígena, conversando despreocupadamente, e ele/ela te fala o quanto aquele livro é legal. Você olha a capa do livro, olha a cara do seu amigo/amiga/ex alienígena, sente o peso do livro na mão e profere as famosas últimas palavras:

- Posso levar?

Últimas palavras para o livro, é claro. Ele vai se juntar àquela indefectível pilha "Livros que eu preciso ler urgentemente", que é enorme em tamanho e na vergonha que você sente ao olhar para ela. Você só sente vergonha maior quando olha para aquelas outras duas pilhas, a "Livros que eu preciso muito ler urgentemente mesmo" e "Livros que eu preciso ler e devolver senão não conseguirei mais me sentir um ser humano novamente".

Não há uma explicação lógica. Acho que é uma compulsão. Acho que nós pegamos livros emprestados mesmo sabendo que é mais fácil o Arsenal disputar o Brasileirão-2008 do que você devolver o livro (o Arsenal de São José de Mipibu, que fique bem claro).

É um misto de querer abraçar o mundo (vou ler todos os livros legais que me recomendarem), de superestimar a própria capacidade de leitura (amanhã vou ler "Em Busca do Tempo Perdido", "O Tempo e o Vento" e uns dois ou três volumes da enciclopédia Barsa, antes do almoço), de ter uma espécie de piedade desnecessária pelo amigo/a que está te oferecendo o livro emprestado (ele vai ficar magoado comigo se eu não aceitar; coitada, ela está oferecendo de coração).

As minhas pilhas em casa estão cada vez maiores, quase do tamanho do meu ego. Tenho a esperança que alguma mágica aconteça e que, durante uns três meses, meu dia tenha 576 horas, em vez de só 24h. Aí, sim, meu problema com os livros emprestados estaria resolvido.

Enquanto isso não acontece...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h09
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Homem liga para a polícia para reclamar que está sem cerveja

Questão de prioridade, galera. Temos que ter calma. Para tudo há uma solução, basta pensar. Agir sem pensar "vai dar *****", como alertaria o capitão Nascimento. (Aliás, algum recém chegado da constelação Camelopardalis não sabe quem é o capitão Nascimento? A versão que eu mais gosto é a do Charges.com.br)

Enfim... Eis que um cidadão de Hebron (Connecticut, Estados Unidos lá da América) percebeu que não tinha mais cerveja em casa. O que ele fez? Dica: agiu sem pensar...

a) foi comprar cerveja
b) ligou para o Disk Beer e pediu cerveja
c) ligou para o Disk Pizza e pediu pizza e cerveja
d) ligou para um amigo desocupado e o convidou para comer pizza, contanto que ele trouxesse a pizza e a cerveja
e) ligou para a polícia e reclamou que estava sem cerveja; tornou a ligar várias e várias vezes até que algo acontecesse
f) bebeu guaraná e foi dormir cedo e sóbrio

A resposta certa, amigos internautas que freqüentam este blog (aliás, um firme abraço a vocês dois), é a "e". O sem-noção importunou a polícia até ser preso. Ou seja: ela não pediu para sair, mas praticamente implorou para entrar atrás das grades...

A notícia foi divulgada pelo norte-americano WLBZ2.com. Como diz a tia Izildinha: o mundo é um enorme UOL Tablóide!

(Na verdade a tia Izildinha ainda não diz isso, mas deixa ela saber dessa notícia...)

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h04
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Os ratos adoram Paris (Hilton)

O mundo é um grande UOL Tablóide mesmo (mesmo, mesmo!).

Pesquisadores dedicados da Universidade de San Diego descobriram que os ratos adoram ver fotos de Paris Hilton.

Segundo pesquisa levada a cabo em laboratórios, ratos que vêem fotos de Paris Hilton sentem menos dor que os que não vêem fotos da loira-herdeira-barraqueira.

Como os pesquisadores sabem? Após tomarem uma injeção dolorosa, os ratos costumam lamber o lugar da picada. Os ratos que vêem Paris Hilton se lambem menos que os outros.

(o Editor do UOL Tablóide não sabe se é um homem ou um rato, mas acredita nos poderes terapêuticos de imagens de mulheres bonitas.)

A notícia, claro, podia ser dada de outra forma: "Ratos param de se lamber quando vêem Paris Hilton". Ou ainda: "Paris Hilton funciona como analgésico".

Você, internauta, tem outras sugestões de título para essa reportagem?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h25
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Tem a letra, falta a música

Entre uma sessão de terapia laboral e outra, o Editor do UOL Tablóide compõe uns sambinhas.

A inspiração? A inspiração vem do seu olhar; ele olha para a janela, olha para os colegas de trabalho, olha para o computador, troca umas mensagens e sai batucando umas palavras.

O samba abaixo tem letra. Falta música. Quanto ao talento, o Editor do UOL Tablóide sabe que elogio em boca próprio é vitupério.

Ah, o título é...

A nuvem foi a grande vencedora

Sei que vão dizer que é implicância
que nem tudo é tão ruim assim
mas a verdade é que o dito está escrito
e que a tristeza pegou tudo, tudo, tudo...

Mas tem nomes que eu não digo
nem repito nem comento nem evito
fujo do meu tempo e do meu mundo
e busco a infância no teu pensamento.

O dia esfriou, o mundo piorou,
a nuvem foi a grande vencedora
a sombra alumiou com sua alma escura
a minha vida dura, dura, dura...

Sei que vão dizer que é implicância
que nem tudo é tão ruim assim
mas a verdade é que o dito está escrito
e a tristeza pegou tudo, tudo, tudo

E aí, gostou? Detestou? Comente, meu caro internauta, sambe e comente. 

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 14h54
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Mulheres que não namoram demais

Uma colega de redação do Editor do UOL Tablóide, muito inteligente, aliás, colaborou com o nosso conteúdo. Resenhou o livro "Mulheres que namoram demais... e as que morrem de vontade de ter a mesma sorte".

O Editor do UOL Tablóide, ao editar o texto para o UOL Tablóide, pensou que podia adotar um pseudônimo tão bonito quanto o da autora do livro, que assina Linda Sunshine.

Ele já pensou Maxy Power, E.U. Souocara e Johnny B. Good, mas ainda falta um "tcham", um "tcham" com eme, sabe?

Você, leitor deste blog, tem uma sugestão? Manda aí.

 

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 13h53
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