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HOHOHO... O ESPÍRITO NATALINO NÃO FOI EMBORA

Pois é. O Natal já passou há tanto tempo que só me lembro dos perus, das rabanadas e de um presente que um primo indignado arremessou pela janela. Apesar de ter sido há tanto tempo, ainda me sinto um Papai Noel, talvez por causa da pança e do barbão.

O fato é que ainda estou naquele espírito de paz, amizades e presentes, mesmo que os presentes não venham.
Então, quero dar um grande abraço, um Feliz Natal atrasado (sim, sou cara de pau) e um ótimo Ano Novo para Ana, Ana Cristina, Aninha, Bruninha (BB), Camila Conti, Cecília, Edriana, Elaine D., Elis, Ex-Namorada Alienígena do Editor do UOL Tablóide, Gabriela, Jimena, Jovina, Ju, Juliana, Lia, Lu, Lua, Luz (a gata foragida da Justiça), Mulher do Outdoor, Mulher-Samambaia, Paloma, Neyara, Nina, Tia do Editor do UOL Tablóide, Vanusa Sppindler e Vera; Adalberto, André, British Jim, Bronx, Bruno (PHiLi), Carlos, Congo (o Cézanne dos Chimpanzés), Dimas Klen, Dougie, Espectro do Microôndas (ex-Daniel), Fábio, Farinha, Frede, Fridão, Fritz, Gargamel, Homem-Cacto, Homer Simpson, João, Kaidro, Klaus, Leo, Leonardo, Lhon, Lucas, Lucas Maciel, Luiz Arnaldo, Mamax, Marcel, Marcos Rui, Mario, Marmota, Mauricio, Michel, Mobral, Murphy (o cão-testemunha), Olimpio, Papai Noel (saudade, Velho Barba!), Pangão, Paulo, Pinheirinho & Pinheirão (a dupla Fraude), Rai, Raimundão, Roberto, Saulo, Sérgio, Shelter, Thadeu, Trevor Quatro-Folhas, Virgolino, Wandeco, Wando e Zaca. E todos os internautas não citados aqui, é claro.

Tudo de bom para vocês, queridões.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h40
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DIVAGAÇÕES SOBRE O NATAL

- Natal tem peru, tender, doces, champanhe e, o que é melhor: salvo-conduto para comer absolutamente tudo sem a menor culpa no dia seguinte
- Natal tem tios bêbados fazendo discursos intermináveis e sem o menor sentido
- Natal tem lembrancinhas, presentes, amigos secretos e afins
- Natal tem cheiro de infância e gosto de panetone (a marca é o de menos)
- Até os primos aborrecentes ficam bacanas no Natal
- Natal tem um problema: dura pouco
- Aliás, por que não, a partir do ano que vem, um dezembro com Natal toda sexta-feira? Não seria uma mudança tão brusca (de um para quatro Natais) e todo mundo ficaria muito feliz

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h09
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ONTEM FUI AO CINEMA VER KING KONG

Cinco conclusões sobre um típico passeio de domingo.

- Você sabe que a sua tentativa de ficar na moda deu errado quando seus amigos avisam que você está usando a camiseta do avesso.
- Você sabe que o cinema está muito caro quando pensa em perguntar para a caixa se é possível parcelar o valor do ingresso em três vezes sem juros.
- Você sabe que está chovendo muito quando o operador do sistema de som troca o CD do Djavan pela música do "Titanic".
- Você sabe que está vendo uma obra de Peter Jackson quando trechos inteiros da história são suprimidos e mesmo assim o filme dura três horas.
- Você sabe que algo está errado quando pessoas reclamam que um filme sobre um macaco gigante não é lá muito realista.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 19h25
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SOBRE ENGOLIR BATRÁQUIOS

Engolir batráquios é inevitável. No trabalho, no amor, nas amizades.
Mas engolir batráquios pode ser uma arte. Dá trabalho... mas é possível.
Quando você chega atrasado e toma aquela bronca que parece um terromoto de 9,8 graus na escala Richter... É possível engolir esse batráquio com arte e trabalhar normalmente...
Quando você toma aquele fora da irmã do melhor amigo e é obrigado a encontrar a menina no dia seguinte na frente da turma inteira... É possível engolir esse batráquio com arte e agir normalmente...
Quando você faz briga com seu irmão e rola aquele barraco imenso no meio do jantar de Natal da família... É possível engolir esse batráquio com arte e terminar de jantar normalmente...
Quando você está conversando com colegas e solta aquela gafe fenomenal que deixa todo mundo corado, até a estátua... É possível engolir esse batráquio com arte e continuar conversando normalmente...

Só não me perguntem como. Eu ainda não aprendi. Na verdade, adoraria que alguém me ensinasse.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h19
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ELE, O BOM

Há os garotos. Há os rapazes. Há os bons. E há Ele, O Bom.
Você nunca viu Ele, O Bom. Mas você sabe que ele existe. Afinal, não importa o que você faça: sua garota, ou suas amigas, te advertirão: Ele, O Bom, foi muito melhor.
Você leva a garota ao cinema e pagou os dois ingressos, claro. Ele, O Bom, a levou para assistir ao melhor filme da vida dela, pagou os ingressos e ainda deu uma gorjeta pro lanterninha.
Você a apresenta aos romances de Gabriel García Márquez. Legal, mas Ele, O Bom, a apresentou a Ionesco, Dante e Brecht, recita "The Tiger", do Blake, no original e o 18º canto dos Lusíadas em latim (!!). Sem falar, é claro, que Ele, O Bom, já escreveu dois romances e três livros de poesias. (Eles ainda não foram publicados, mas quem se importa?)
Você lhe prepara uma festa-surpresa. Ele, O Bom, a levou para uma festa-surpresa na praia, com todos os amigos dela, e ainda lhe deu de presente um urso de pelúcia um pouco maior do que ela própria.
Você passa o dia inteiro cozinhando e a serve um lauto um jantar à luz de velas e vinho chileno. Grande coisa. Ele, O Bom, preparou vários jantares, sempre com sobremesa importada e vinho Romanée-Conti, é claro.
Você vai bem na cama, segundo ela. Ele, O Bom, xxxx xxxx xxxx (recuso-me a transcrever estas coisas aqui. Use a imaginação.)

Na verdade eu confesso que não sei se Ele, O Bom, realmente existe. Mas, se existir, não pode ser tão bom assim. Porque, se for, ele é muito, mas muito chato...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h20
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MOMENTO DESABAFO

Não dá mais. Simplesmente não agüento. É insuportável. Mesmo para alguém como eu. Eu tenho pesadelos. E tenho sonhos também. É mais do que um nó na minha garaganta, é um novelo de lã inteiro todo emranhado. Olha, eu não vou suportar essa tensão.

Afinal, essa Copa do Mundo começa ou não começa?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 22h32
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DEPOIS DO MOREIRA, A MARIA EDUARDA

Sexta eu comentei sobre o grande Moreira (post abaixo), o garçom do boteco do lado da sua casa. Agora ponderarei sobre a Maria Eduarda, aquela garçonete gatinha do restaurante da rua de cima da sua casa, apontando algumas diferenças entre ambos:

- o Moreira é homem e a Maria Eduarda, não
- o Moreira é feio e a Maria Eduarda, não
- o Moreira sabe que você existe e a Maria Eduarda, não
- o Moreira te diz "oi" quando você chega e a Maria Eduarda, não
- o Moreira te diz "tchau " quando você vai embora e a Maria Eduarda nem percebe
- o Moreira te chama pelo nome e a Maria Eduarda nem percebe que você existe
- o Moreira traz o pedido errado, você avisa, ele pede desculpa e traz o certo; a Maria Eduarda traz o pedido errado, você avisa, ela faz uma cara de que a certa é ela e você acaba pedindo desculpas por não ter pedido aquilo e acaba engolindo aquele troço horrível contra a sua vontade

Nem todo garçom se chama Moreira, assim como toda garçonete se chama Maria Eduarda. Isso é meio óbvio, né? Também acho. Nem sei por que escrevi isto aqui.
Aliás, também é óbvio que a Maria Eduarda nunca prestou, não presta e jamais prestará atenção em mim. Então, por que diabos eu continuo freqüentando aquele restaurante???

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 17h41
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O INESTIMÁVEL MOREIRA
O Moreira está sempre lá. Quando você está triste, quando você está feliz, quando você não está fazendo nada e aproveita para beber uma ou duas. Eles está sempre lá, afinal, porque é o garçom do boteco da esquina.
Quando você está afogando as mágoas, o Moreira percebe, e faz questão de deixar um chope por conta da casa. Mas isso qualquer garçom faz. O Moreira é mais do que um garçom, assim como o um chope por conta da casa vindo dele é bem mais do que um - costuma chegar a meia dúzia.
Quando o seu time vai jogar contra o do Moreira, a aposta é inevitável. Se for no meio do campeonato, é em chope. Já final exige algo mais refinado: chope, amendoins, uma porção de tremoço e, é claro, as batatas fritas.
Toda esquina tem seu boteco com o Moreira trabalhando lá. Nem sempre ele se chama Moreira, é claro. Assim como nem sempre o boteco fica exatamente na esquina, mas não nos prendamos a detalhes.
Quando você está xavecando aquela menina e a leva pro bar, o Moreira está de olho... E traz o chope mais rapidamente. Afinal, não há tempo a perder. E quando ele vê que não deu certo, então, você mal levanta o braço pra pedir a conta e pronto: lá está ele com a "dolorosa" na mão, e um desconto ainda maior que o de costume. E quando você voltar após deixar a ingrata em casa, sua mesa favorita estará te esperando. Como sempre.
O Moreira sempre fica extremamente nervoso antes dos jogos da seleção. E costuma parar de atender as outras mesas para desabafar com você. Na verdade, mais que um desabafo, é um discurso filosófico, que normalmente vale-se de pérolas como "o time precisa estar unido", "o importante é jogar com o coração na ponta da chuteira" e "tem que jogar cada jogo como se fosse uma decisão". Não costuma passar disso, mas ele repete essas frases várias vezes, em ordens diversas, e os outro clientes chegam a dar umas bufadas. O Moreira, é claro, nem liga.
Minha única frustração com o Moreira é não ter bebido uma ou outra com ele. Afinal, ele é um garçom ético.
Na verdade, eu já bebi várias vezes com o Moreira, mas acho que não posso contar isso aqui. Afinal, eu sou um jornalista ético.
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 21h09
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ELE É O CARA

Hoje eu tive a honra de entrevistar um dos maiores nomes da MPB.
Ele que canta músicas de amor, romance e sexo como ninguém.
Ele que, por show, arranca gritos e suspiros femininos em tamanha quantidade que deixariam Don Juan e Casanova corados.
Ele que é lembrado não só por seu enorme talento como artista, mas também por seu peculiar hobby de colecionar calcinhas.
Ele que se apresentou com uma cama no palco dois anos antes de a Madonna (sim, a Madonna!) repetir a dose.
Ele que faz versos como "meu iaiá, meu ioiô" sejam inesquecíveis, seja lá o que signifiquem - confesso que não sei.
Ele que, questionado se já ouviu frases como "vai se esconder, é o meu marido!", solta um palavrão, dá risada e abaixa a cabeça, entre humilde e envergonhado.
Ele que descobriu que uma calcinha, de ponta-cabeça, assemelha-se a uma tenda. Aliás, assemelha-se à incomparável "tenda do amor".

Você também é fã do Wando, internauta?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 21h10
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O PEQUENO PRÍNCIPE TINHA RAZÃO!

Pois é, internauta! Você, que sempre riu das misses quando elas diziam que seu livro predileto era "O Pequeno Príncipe"...
Você, que chorou e riu e chorou e riu de novo com a obra de Antoine de Saint-Exupéry...
Você, que nunca mais esqueceu a frase "Você é responsável por aqueles que você cativa"...
Você... Veja a foto abaixo (e o vídeo aqui linkado) da cobra que engoliu um bezerro de 150 kg e depois me responda...



Afinal, você leu mesmo "O Pequeno Príncipe"?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 18h14
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UM MOMENTO EMOCIONANTE NA VIDA DE UM SER HUMANO

Há momentos que marcam a vida de um ser humano.
Imagine o que se passava na cabeça de Neil Armstrong pouco antes de ele pisar na Lua - suponho que seja algo como "será que essa droga de nave vai funcionar na hora de voltar?".
O que sentia o zagueiro Bellini ao ver a taça Jules Rimet vindo em sua direção - era a primeira vez em que o Brasil seria campeão da Copa do Mundo de futebol.
O que se passa na cabeça do Woody Allen cada vez que um filme dele estréia - ele costuma dizer que fica tão nervoso que jamais assiste a um filme dirigido por ele mesmo, porque encontraria um monte de "erros".
O que Beethoven sentia ao terminar cada sonata - e que sonatas, internauta...

É mais ou menos esse frio no estômago que eu sinto quando um concurso como o maravilhoso Miss Mundo se aproxima... Com duas diferenças óbvias:
1 - Eu não sou o Neil Armstrong, o Bellini, o Woody Allen ou o Beethoven. Aparentemente, nenhum dele é o Editor do UOL Tablóide, também.
2 - Eu sou meio exagerado.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 15h53
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SIM, SIM... EIS O ZÉ CACHACINHA!
O Zé Cachacinha bebe. Outras coisas poderiam ser ditas sobre ele - que é meu amigo, que é muito bacana, que aprecia os principais esportes da humanidade (futebol e pôquer)... Mas o principal é o que ele bebe. Aliás, é o que ele mais gostam que digam dele.

Quando Zé Cachacinha começa a contar uma história, e não são poucas, o início é assim: "Eu estava tão bêbado que não sei como conseguia andar. Acho que tinha alguém me empurrando." Curiosamente, pelo meio da história esse dado se perde e ele conta quantas quadras ele teve que andar a pé para chegar, sozinho, ao bar aberto mais próximo.

Toda história do Zé Cachacinha tem mais números do que uma pesquisa eleitoral. Normalmente ele dispõe os dados assim: "Bebi dez chopes no primeiro bar, seis garrafas de cerveja no segundo, quatro gins no terceiro e perdi a conta daí em diante. Mas sei que passei em mais quatro ou cinco bares e que, somados, foram uma garrafa de uísque, uma de saquê e uma de vódca. Pelo menos." Isso também me deixa curioso: será que ele anota num guardanapo e guarda na carteira, bar a bar, tudo o que ele consome?

O Zé Cachacinha não bebe em bar grande. "Isso é coisa de amador". "Profissional" que é, ele só bebe em botecos mais do que sujos, daqueles em que pessoais normais andando pela calçada atravessam para o outro lado da rua para não ter que passar em frente e que a grande sensação culinária é um batata recheada que parece uma bola de rúgbi após uma partida em um campo enlameado, só que ainda mais suja. Ele já me levou a uns quatro ou cinco desses bares. Curiosamente, haviam sido demolidos e havia um prédio ou um estacionamento sendo construídos no lugar.

Eu acho que toda turma tem o seu Zé Cachacinha. Não sei como eles não se encontram por aí. Afinal, o Zé Cachacinha bebe todo o dia, da hora em que sai do trabalho até por volta de 6h ou 7h da manhã. "É sagrado."

O mais curioso de tudo é que eu nunca vi o Zé Cachacinha bêbado. Toda vez que saímos juntos, ele está tomando algum remédio - e passa a noite inteira reclamando dessa tragédia de ir a um bar e não poder beber. Eu quase sinto pena, viu. Quase.
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 10h58
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A HISTÓRIA HÁ DE JULGAR

Acompanhar política é chato... às vezes. Mas é legal ver as mesmas pessoas de sempre usando os mesmos chavões de sempre. De uns tempos para cá o que mais ouço é "a história vai me julgar" e "a história há de julgá-lo".

Um político ataca: "A história verá que tenho razão"
Outro político defende-se: "A história vai me julgar"

Vai além da política:

O árbitro de futebol é punido: "A história verá que tenho razão"
O diretor de cinema reclama do crítico: "A história vai me julgar"

Essas frases estão ganhando vida própria, expandindo-se. Daqui a pouco você não poderá escapar delas:

Você ao cara que tá consertando seu micro: "A história verá que tenho razão"
Você ao taxista: "R$ 15? Em uma corrida de quatro quadras?". "A história vai me julgar"
Até aquela apresentadora infantil que seu sobrinho adora: "Bom dia, amiguinhos... Vamos brincar, que a história vai nos julgar e ver que temos razão"
As letras das escolas de samba: "A história (dim-dim-dum) verá (ve-e-rá-á) que tenho (que-te-nho-o) razão (dim-dim-dum)"
E por aí vai.

A história há de mostrar que meus posts tinham graça, e que só alguns internautas ranzinzas é que não percebiam.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h16
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