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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Albanian, Portuguese, Sexo, Sexo, Sexo
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SOBRE IMPREVISIBILIDADE

Você joga uma moeda para cima - e o resultado é imprevisível.
Dois times de futebol iniciam uma disputa de pênaltis valendo o título - seja lá que título for, o resultado é imprevisível.
Você aposta com um amigo sobre algo a respeito de um dia dez anos no futuro. O resultado, além de imprevisível, vai demorar um tempão para chegar.
O comportamento de um elétron dentro de um átomo - pode perguntar a qualquer cientista - é muito imprevisível.
O que você vai encontrar dentro daquela gaveta que você fechou há 15 anos e nunca mais abriu é tão imprevisível que eu a deixaria fechada por mais 15 anos, só por precaução.
O comentário de um internauta em seu blog, então, é altamente imprevisível - ainda bem.

Mas nada, nada, nada é tão imprevisível quanto o tempo na cidade de São Paulo. As chuvas chegam quando menos se espera, o sol chega quando menos se espera, uma garoa perdura por horas a fio quando você menos espera... E quando você espera alguma coisa o tempo é tão imprevisível, mas tão imprevisível, que é capaz que essa coisa aconteça.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 15h25
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Comentários aleatórios sobre minha viagem pela...
REGIÃO NORTE

Um jogo de futebol acaba após 90 minutos.
Um livro acaba após umas 300 páginas.
O GP Brasil de Fórmula 1 acaba após 71 voltas.
Um filme acaba mais ou menos após duas horas. (Certos filmes de arte extrapolam esse limite, mas isso não vem ao caso.)
Seu transporte de casa para o trabalho, em dia normal, acaba após 50 minutos.
Seu transporte de casa para o trabalho, quando você está com pressa, acaba após três horas.
Aquela reunião insuportável parece que não, mas acaba.
Aquela reforma no vizinho parece que não, mas acaba.
Aquele jantar com o amor da sua vida também acaba, embora não devesse.

Uma hora tudo acaba.
E minha viagem também acabou. Infelizmente.
Até a próxima.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h19
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Comentários aleatórios sobre minha viagem pela...
REGIÃO NORTE

Locomovi-me de tudo que é jeito, mas separei três pequenos trechos que me divertiram.

* Em Parintins (AM), o taxista que me levou para cima e baixo por dois dias não tinha taxímetro, mas cobrava caro mesmo assim.

* Em Santarém (PA), o taxista abriu o porta-malas e eu perguntei: "Será que a minha mala cabe?" Ele: "Só um instante".
Seus olhos estavam fixos em uma barata simplesmente gigante. Ele respirou fundo, deu um golpe certeiro com a mão direita, e jogou a barata fora. "Essa não incomoda mais."

* Ainda em Santarém, usufruí do serviço do mototáxi e atravessei a cidade inteira por R$ 2. Enquanto era levado, pensei que o preço era injusto e decidi pagar o dobro. Mas, quando desci, ouvi o segunte comentário: "O doutor está precisando emagrecer." Ficou sem a gorjeta. Babaca.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 21h31
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Comentários aleatórios sobre minha viagem pelo...
AMAZONAS

Eu estava sentado lá em Manaus, deslumbrado com o Teatro Amazonas, quando... (Música de suspense, maestro!) Duas moças (18, 19 anos, não sei) aproximam-se de mim, belas e sorridentes. Achei que elas estavam andando para a minha direção por acaso. Seria o mais natural, levando-se em conta meu passado recente com moças bonitas. Mas eis que a mais sorridente e menos tímida aproxima-se e abre a boca:
- Oi!
- Oi...
-
Me dá seu autógrafo?
- Hã?
- Me dá seu autógrafo, por favor?
- Claro! Vocês estão me confundido com quem?
- Com o Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura. Você não é ele?

Não, não sou o Andreas Kisser. Nem me pareço com ele. Mas essa abordagem inusitada proporcionou-me horas e horas de diversão acompanhado por uma turma de incríveis jovens manauaras.
Depois de Manaus fui para Parintins, Santarém, Alter-do-Chão etc., até a minha viagem e o meu dinheiro terminarem em Goiânia. E nunca mais ninguém me confundiu com Andreas Kisser, Humberto Gessinger, Jesus Cristo, Marcos Valério ou Pierluigi Colina.
Que pena.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 14h35
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REGIÃO NORTE

Viajar pelo Norte tem muita coisa boa. Mas sempre há um mas, como você já deve estar cansado de saber. E, no meu caso, o "mas" foi ter servido de banquete para carapanãs e mutucas. Aliás, acho que servi de banquete, desjejum, almoço, jantar, ceia e "beliscadinhas" no intervalo das refeições. Se os carapanãs e as mutucas fossem minimamente gratos, teriam construído uma estátua em minha homenagem. Bom, apesar de toda a ingratidão, eu os homenageio aqui. Não sou homem de guardar mágoas, só cicatrizes de picadas de mosquito que eu, estupidamente, cocei até não poder mais.

Carapanã: segundo o Houaiss, "mosquito". Simplesmente isso. Mas foi com esse nome que eu até então desconhecia que meus amigos nortistas me explicaram o que diabos era aquele enxame que me infernizou por uma ou mais noites.

Mutuca: segundo o Houaiss, insetos de corpo robusto e de tamanho médio a grande, sendo apenas as fêmeas hematófagas (que se alimentam de sangue); "incômodas ao gado e ao homem, devido às suas picadas dolorosas".
É, suas picadas doem.
Tive contato com elas (as mutucas) nas cidades do Norte mais próximas do Centro-Oeste - ou seja, no Jalapão e descendo de ônibus atravessando o Tocantins até Goiás. A maioria chamava de "mutuca", mas houve quem dissesse "muriçoca". De qualquer maneira: irritantes, muito irritantes, terrivelmente irritantes.

Carapanãs & mutucas têm muito em comum, mas citarei apenas três coisas:
1 - Incansáveis
2 - Insuportáveis
3 - Invencíveis

Nem venha me falar de repelentes...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 15h42
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Comentários aleatórios sobre minha viagem por...
REGIÃO NORTE

- Você se senta para se deliciar com o arroz, o macarrão, o peixe e a farinha de mandioca do almoço. E tá tocando...
- Você sai para dançar. E tá tocando...
- Você entra em uma loja qualquer com ar-condicionado para fugir do calor. E tá tocando...
- Você entra na loja esportiva para procurar aquela camisa oficial do São Raimundo (pode ser o amazonense, o paraense ou o roraimense). E tá tocando...
- Você está em qualquer lugar parado. E tá tocando...
- Você está em qualquer lugar andando. E tá tocando...
-
Em qualquer lugar da região Norte, está tocando... Bandaaaa... Calypso!!!!

E o que eu tenho a dizer sobre a Banda Calypso?
Duas coisas:
1 - É melhor do que muita banda inglesa que ficam te empurrando ouvido abaixo e você acha o máximo; e
2 - Ouça e diga você mesmo!!!!

http://musica.busca.uol.com.br/radio/index.php?busca=banda+calypso¶m1=homebusca&check=artista&enviar=OK

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 06h56
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RORAIMA

Conversa 1
Anônima - Vocês do sul se acham demais.
Editor do UOL Tablóide - É?
Anônima - Morei anos em São Paulo. O trânsito aqui em Boa Vista é muito pior que o trânsito paulistano.
Pensamento do Editor do UOL Tablóide: Uau.

Conversa 2
Anônima - Você já comeu filhote?
Editor do UOL Tablóide - O peixe? Já. Lá no Sudeste chama pescado.
Anônima - Não é pescado. É um tipo diferente de peixe. Vocês do sul acham que sabem demais de culinária, mas nem imaginam os peixes que nós comemos aqui no norte. Tem pescado, tambaqui, jaraqui, tucunaré, pirarucu...
Pensamento do Editor do UOL Tablóide: Uau. 

Conversa 3
Anônimo - Pô, você quer subir o Monte Roraima? Já era, cara. Tinha que ter reservado antes. Não são tantos grupos assim que partem para lá, e é uma viagem e tanto, viu? Cinco dias simplesmente inesquecíveis. Mas agora não dá mais.
Pensamento do Editor do UOL Tablóide: Uau.

Conversa 4
Anônimo - O Norte é um subúrbio mais afastado do Rio de Janeiro. Todo mundo aqui torce para um time do Rio em primeiro lugar e para um local em segundo. Talvez porque a TV a cabo é muito recente, e até uma década atrás, mais ou menos, a maioria das TVs só pegava a Globo do Rio. E que jogo de futebol eles transmitiam? Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco.
A maioria dos índios daqui do Norte tem o vermelho como cor forte. Então, entre esses quatro times, eles escolhem o Flamengo... É o que tem a cor que eles gostam. Por isso há tantos índios com a camisa do Flamengo.
Pensamento do Editor do UOL Tablóide: Meeengo! Meeengo! Meeengo!

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 06h32
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UM ÔNIBUS INTERESTADUAL

Na verdade, foi uma lição. Uma lição inesquecível. Se você for viajar de ônibus durante a noite, internauta, e tem a intenção de dormir, NUNCA sente ao lado de um casal de amigos (ou amigas) que gostem de falar. Cometi este pecado indo de Palmas a Goiânia. Treze horas de viagem. Menos de um quinto disso de sono. Alguns trechos que ouvi, contra a minha vontade, enquanto tentava dormir, repousar, cochilar, descansar, seguem adiante.

Amiga 1 - Que coisa o calor, né? Mas tá demais! Tomara que lá em Goiânia não esteja tão quente.
Amiga 2 - Uma coisa mesmo.
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Durmam... Durmam...

Amiga 1 - É bom esse ar-condicionado aqui, não é? Mas tá frio mesmo!
Amiga 2 - Uma coisa.
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Durmam... Durmam...

 (horas e diálogos depois)

Amiga 1 - E o seu filho, vai pegar a gente na rodoviária?
Amiga 2 - Ai dele se não for! Quando estivermos chegando perto eu ligo e aviso, só por segurança...
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Durmam... Durmam...

Amiga 1 - Te contei a história da Lurdes, filha do Joaquim? É uma história longa, mas vale a pena contar...
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Já contou sim! Já contou sim! Não é pra contar! É pra dormir!
Amiga 2 - Sabe que não contou não? Pois conte-me...
Amiga 1 - Então...
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - P&$@ ¨&# * %@$(¨

(horas e diálogos depois)

Amiga 1 - Mas sabe que eu não tô conseguindo dormir? Que coisa!
Amiga 2 - Que coisa mesmo!
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Tenta ficar sem falar por dois minutos. Funciona que é quase um milagre.
Amiga 1 - E eu não sou de ter problema para dormir, né?
Amiga 2 - Não é não.
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Nem eu. Aí eu sento ao lado de duas das irmãs Cajazeiras com as baterias carregadas até não poder mais e dá nisso.

(horas e diálogos depois)

Amiga 1 - Mas sabe que eu ainda não dormi?
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) - Nem eu. Ambas as coisas parecem estar relacionadas.
Amiga 2 - Nem eu. Que coisa.
Amiga 1 - Que coisa esse ar-condicionado aqui, não é? Mas tô até com frio!
Amiga 2 - Uma coisa.
Editor do UOL Tablóide (em pensamento) -  P&$@ ¨&# * %@$(¨

E por aí foi. Não tenho nada contra essas senhoras, mas desejei ardentemente que elas brigassem uma com a outra durante a viagem e não se falassem nunca mais.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 07h48
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ESTADO ANÔNIMO (*)

Cheguei ao correio e fui atendido por uma simpática funcionária. Bem simpática.
- Por favor, gostaria de enviar estes CDs, por sedex, a São Paulo, capital.
- Pois não, pode deixar que vou fazer um embrulhozinho bacana para você.

(Um embrulhozinho bacana depois.)
- Aqui está. Quando você vai embora?
- Hoje à noite.
Coloca sua mão sobre a minha.
- É uma pena não é? Chega a dar até raiva!
- (atônito)
- Bom, aqui está. Adeus. É uma pena mesmo.

(Seis semanas depois.)
- Alô.
- Oi, sou eu, Xxxxxxx (*), do Estado Anônimo (*). Estou só ligando para saber se os CDs que embrulhei chegaram bem.
- (atônito)
- Chegaram?
- Chegaram sim, muito obrigado. Como você conseguiu meu celular?
- Copiei do sedex que você enviou. E aí, como você está?
(Continua, mas acho por bem parar por aqui.)

* Nem a moça em questão nem o Estado pediram que ficassem anônimos, mas achei que melhor assim. Vai saber o que você está pensando, internauta. Eu, por exemplo, penso que essa história é estranhaaaaaa...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 10h52
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TOCANTINS

Conheci a região do Jalapão, o lugar mais bonito da Região Norte do Brasil, na minha opinião. Lá há areia e terra em todos os lugares, inclusive dentro da sua roupa, inevitavelmente. Chegar lá é levemente complicado. Doze horas de Palmas até o acampamento (13 horas na volta) em um caminhão sacolejante com tração nas quatro rodas, além de um carro de apoio seguindo o caminhão.

Minha fé no carro de apoio diminuiu um tanto depois que ele atolou e o caminhão com os turistas teve que rebocá-lo.

Sem falara que adoro lugares em que 33º é praticamente "frio".

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 11h04
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A
MAPÁ

Macapá é uma caixinha de surpresas. Jamais imaginei que ouviria a frase "Reparei que você come pouco, da próxima vez peça meia-porção". Isso mudou a minha vida.

Também nunca imaginei ver um rio que sobe e desce tão rápido que, quando o barco encalha porque o rio está secando, as pessoas não se mexem, não deixam o barco, ficam simplesmente esperando a maré subir de novo. As palavras "ansiedade" e "pressa" não devem exisitir naquela ilha. Macapá é show.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 14h13
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ACRE

Fui para a Bolívia ver preço das "muambas" (não comprei nada, sou mais pão duro que o Tio Patinhas, e obviamente não tão rico); fui a um seringal (sim, tirei leite do pau, e há fotos registrando isso, mas a piada é tão velha que não vou divulgar a foto); conheci Xapuri (com o azar que eu tenho o museu Chico Mendes tinha que estar fechado); e gostei de Senador Guiomard, onde o jogo da final do primeiro turno do Acreano deste ano foi interrompido porque dois pára-quedistas pousaram por engano lá (eles queriam ir a uma feira agrária, mas não miraram direito).

Na fronteira entre a Bolívia (Cobija) e o Brasil (Brasiléia) há algo curioso. Em Cobija os motoqueiros não podem andar de capacete (é proibido por lei). Então, logo na fronteira há uma loja que aluga capacetes para os bolivianos que vêm ao Brasil e guarda os capacetes dos bolivianos que vão para lá. Show.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 09h35
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RIO AMAZONAS

Dois diálogos e um pensamento, ipsis literis, da viagem de barco de Parintins-AM a Santarém-PA. Os diálogos e o pensamento estão na seqüência em que ocorreram - um é conseqüência do outro.
Eu embarquei às 10h20, e eram 21h30, aproximadamente. Estimativa de chegada: alguma coisa por volta de 23h. Tremendo breu.

Diálogo 1: eu e dois italianos
Italiano 1 - Que rio lindo! Não consigo ver a margem lá do outro lado!
Italiano 2 - O motor do barco parou. Por favor, você pode ir perguntar ao comandante se é normal?

Diálogo 2: na cabine, onde não cheguei a entrar. O comandante falava, por rádio, com alguma autoridade portuária. Eu era o único dos cerca de 270 passageiros do barco que ouvia.
Autoridade portuária - Você está completamente apagado?
Comandante - XXX (não entendi o que ele disse). Estou à deriva.
Autoridade portuária - Estarei te acompanhando.

Pensamento: (meu, claro)
Eu - Bgrbgsjkgdgbdkgbxdgxdgj. E mais: ajdsflkfahksdfgafngaf.

Sobrevivi. Mas digamos que foram momentos emocionantes.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 09h32
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GOIÁS

Conversa 1
(Após 10 minutos de conversa em um táxi)
Taxista - Senhor, posso fazer uma pergunta?
Eu - Claro!
Taxista - O senhor é norte-americano ou espanhol?
Conclusão lógica: preciso aprender a falar português melhor (sou nascido e criado no Brasil, pô!)

Conversa 2
(Para pegar um táxi)
Eu - Por favor, o senhor me leva para o estádio Serra Dourada?
Taxista - Tá indo lá entrevistar alguém por causa da Máfia do Apito?
Eu - Como?
Taxista - O senhor é jornalista, não é? Jornalista ou fotógrafo. Tem o maior jeitão.
Conclusão lógica: preciso me vestir melhor (como é possível alguém descobrir minha profissão antes de eu abrir a boca?)

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h28
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SOBRE OVNIS E ESSAS COISAS VOADORAS
NasaVocê viu? Bolas de fogo sobre a Alemanha geram especulação de OVNIs. Eu já disse, aqui neste blog, que namorei uma alienígena, e ninguém me levou a sério. Agora, só porque os alemães também viram, tá todo mundo comentando. E digo mais: quem nunca viu um OVNI???
Pô, os OVNIs estão em todo lugar.
Eles estão acima das nuvens, dando risada enquanto estamos presos no trânsito numa sexta-feira à tarde, na fila do banco no dia de pagamento ou tentando comprar os presentes de Natal num 23 de dezembro qualquer.
Eles estão entre nós, tentando compreender hábitos peculiares como dormir bêbado na calçada, tomar coca-cola no saco ou, principalmente, trabalhar 15 horas por dia.
Eles estão disfarçados como humanos, tentando entender os aspectos mais esquisitos da nossa cultura, como as partidas de críquete (!), os programas de auditório na TV (!!!) e os quadros de arte pós-pós-pós-moderna (!!!!!).
Eles estão dentro de nós, tentando compreender nossa mente, nossas emoções, sentindo o que nós pensamos, pensando o que nós sentimos...

Tá, tô viajando. Esquece.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h12
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ACAREAÇÃO COM O EDITOR DO UOL TABLÓIDE

- Bom dia.
- Bom dia, vossa excelência.
- Por favor, o nome completo de vossa excelência.
- Editor do UOL Tablóide.
- Senhor Editor do UOL Tablóide... Vossa excelência sabe por que foi convidado a depor nesta CPI do Mensalinho da Gripe Aviária na Guerra do Iraque da discussão sobre a Alca na transposição do rio São Francisco do Painel Eletrônico?
- Olha, vossa excelência... Sinceramente, não sei.
- Vossa excelência... Afirma que não sabe?
- Com todo o respeito, vossa excelência, não faço a menor idéia.
- Vossa excelência, então, acha que foi chamada por acaso?
- Eu não disse isso, vossa excelência.
- Vossa excelência retira o que disse?
- Não, vossa excelência.
- Então vossa excelência mantém o que disse?
- Mas eu não disse nada, vossa excelência!
- Vossa excelência vai dizer então que não disse aquilo que disse o que depois negou?
- Vossa excelência, eu não tô entendendo nada.
- Vossa excelência vai se fazer de desentendido?
- Não, vossa excelência.
- Então vossa excelência vai finalmente admitir que sabe por que foi convidado a depor nesta CPI do Mensalinho da Gripe Aviária na Guerra do Iraque da discussão sobre a Alca na transposição do rio São Francisco do Painel Eletrônico?
- Não, vossa excelência.
- Vossa excelência está me cansando, senhor Editor do UOL Tablóide. Vossa senhoria gostaria que eu chamasse alguma testemunha para, digamos, reaviver a memória de vossa excelência?
- Como vossa excelência desejar, vossa excelência.

(Duas horas depois.)

- Senhor Editor do UOL Tablóide... Vossa excelência reconhece a testemunha que está aqui diante de vossa excelência?
- Na verdade, não. Sou péssimo fisionomista. Talvez se vossa excelência me disser o nome?
- O nome é A Testemunha, mas pode me chamar pelo sobrenome, Testemunha.
- Como quiser, vossa excelência Testemunha.
- Vossa Excelência, Editor do UOL Tablóide, conhece a vossa excelência Testemunha?
- Não que eu me recorde.
- Ah, é? Então, responda-me... Gostaria que vossa excelência me dissesse onde vossa excelência estava nas seguintes datas...
- Pois não, vossa excelência.
- 16 de julho de 1950?
- Eu não era nascido, vossa excelência.
- O Editor está mentindo, vossa excelência.
- Muito obrigado, A Testemunha. 9 de julho de 1932?
- Eu não era nascido, vossa excelência.
- O Editor está mentindo, vossa excelência.
- Muito obrigado, A Testemunha. 17 de fevereiro de 1922?
- Eu já disse que não era nascido, vossa excelência.
- Se vossa excelência repetir este tom de voz, será preso por desacato.
- Mas... Isso é injusto, vossa excelência!
- Chega. TEJE PRESO!
- OK! Vossa excelência pediu por isso! Vou te dar uma SURRA!

Assistir a horas e horas de CPIs dá nisso...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 14h57
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