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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Albanian, Portuguese, Sexo, Sexo, Sexo
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA – Palpites errados

Das 15 misses que falei que seriam finalistas, aqui, acertei somente sete. Muito pouco. Ou eu não entendo nada de misses (e mulheres) ou esse júri não entende.

Dica: foram eles que deixaram a Miss Brasil de fora até das 15 mais bem colocadas.
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 01h55
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA – Homens e mulheres

Aqui, ninguém dá passagem para as mulheres, puxa cadeira para elas ou lhes abre as portas. Eu até tento, mas elas ignoram e fico com cara de bobo.

Mais do que de costume.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 01h54
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA – Exceção

Na sala de imprensa do Miss Universo 2005, ninguém me perguntou se Brasil falava-se ingles ou espanhol.

Só faltava.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 01h54
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - O paradoxo do turista

Não é só Tailândia. Basta um monumento, uma máquina fotográfica e um punhado de turistas. Repare.

Você não pode andar direito porque há outros turistas tirando fotos. Você não consegue tirar fotos porque há outros turistas andando. Quem resolve o paradoxo do turista?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h14
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Constrangimento

Ficar 40 minutos dentro de um táxi: problema algum. Agora, quando o taxista fica tentando puxar assunto, sendo que ele só fala tai e você não entende nada em tai, aí fica chato...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h14
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Sinta-se em casa

Tempestade, enchente e engarrafamento.

Será que Bancoc está me dizendo "sinta-se em casa, paulistano"?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h13
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - As três estações

A Tailândia possui três estações: inverno, verão e chuvosa. Curioso é como alguns turistas (como eu) aprendem isso. Há um lugar lindo, chamado Grande Palácio, onde fica o Buda Esmeralda, uma estátua protegida por uma redoma de viro e que fica em um templo onde ninguém pode entrar com máquinas fotográficas.

Esta estátua possui três vestimentas diferentes. E, no início de cada estação, quem vai trocar a vestimenta da estátua é ninguém menos do que o próprio rei tailandês.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h29
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Cidadão local

Hoje expliquei, em português, a um taxista, que só fala tai, o trecho de um caminho até meu hotel. Senti-me um cidadão local, um tailandês de nascimento, alguém a quem os turistas normais poderiam recorrer quando precisassem de ajuda.

Se eu falasse em tai algo mais do que duas palavras, sentir-me-ia mais cidadão local ainda.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h28
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Medo, muito medo

Não acontece só na Tailândia, mas em viagens em geral.

O que pode ser pior do que você chegar ao seu quarto e encontrar o seguinte bilhete: "Seu cofre estava aberto. Por favor, contate-nos na recepção."

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h28
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Massagem

Este é um pequeno comentário sobre a típica massagem tailandesa. A típica mesmo, não a de outros fins, como você aí salivando sobre o teclado do seu pai está pensando.

Fui a uma casa de massagem tailandesa por obrigação profissional. Aliás, não sei se já comentei aqui, mas adoro obrigações profissionais. Levaram-me a um quarto grande, com quatro colchões, onde ouvi a primeira das três ordens em inglês que receberia nas próximas duas horas: change (troque de roupa). As outras duas seriam sit (sente-se) e finish (em tradução muito informal, mas levando em consideração o contexto: acabou, se manda). Todas as demais ordens foram em tai e, portanto, devidamente ignoradas.

Luz fraca, cheiro bom, cama macia. Olhos fechados: começou. Torções, torções, torções. Ei, o que o meu joelho está fazendo aqui? Convém não reclamar. Ela não entende inglês, pode achar que estou dizendo "vai mais que eu agüento" e levar o meu joelho onde nenhum joelho humano jamais esteve. Torções, torções, torções. E eu descobri que meu cotovelo faz coisas que nunca imaginei. Na dúvida, nunca vai fazer de novo, sabe-se lá se eu consigo repetir isso sem ir parar no hospital.

Bom, resumindo para não parecer que eu estou te fazendo vontade (o que pode ser verdade, mas aí é outra história). Torções, torções, torções. E eu paguei e voltei para o hotel para trabalhar. Com o corpo meio mole, resolvi tirar uma pestana de 15 minutos. Levantei quatro horas depois, atrasadíssimo. Mas valeu a pena.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h44
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - U.S.A.

- De onde você é?

- Adivinhe.

- Estados Unidos?

 

Descobrir que não tenho cara de brasileiro não tem problema. Agora, certos diálogos...

 

- De onde você é?

- Brasil.

- Brasil... Vocês falam inglês lá, certo?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h43
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - A guia, o pão e o bobo

Passei de barco no Morning Canal. A guia compra quatro pães grandes e oferece dois ao Editor do UOL Tablóide.

- Obrigado, estou sem fome.

- Não é para você, é para arremessar aos peixes.

Por que será que eu nunca entendo nada direito, hein?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h42
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - O elevado da discórdia

Os taxistas de Bancoc podem fazer, na maioria dos casos, dois caminhos: pelo elevado ou sem usar o elevado. Pelo elevado é mais caro, pois há um pedágio. E isso gera confusão quando o passageiro é turista (como o Editor do UOL Tablóide) ou quando o passageiro tem cara de bobo (como você sabe quem).

Antes da partida é costume combinar um preço - depois de uma longa pechincha, é claro, estando você atrasado ou não (o problema é teu). Dentro do combinado está quem paga o pedágio, motorista ou passageiro, o que não quer dizer absolutamente nada quando a corrida termina - o que pode gerar acaloradas discussões. Afinal, de bobo o Editor do UOL Tablóide só tem a cara.

Ou não. Com esses preços e pechinchas em baht, não tô entendendo nada...

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h06
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Torre de Babel

É difícil se comunicar em que poucos falam inglês, além dos onipresentes turistas. Acontecem coisas como você pedir uma nota fiscal ao motorista de táxi e ele, simpático, te oferecer o celular.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h05
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Chá verde

Nem tudo na deliciosa culinária tailandesa é apimentado. Muitas guloseimas são feitas com chá verde, como bolos e muffins. Há ainda o chá verde gelado em garrifinha - aliás, de gosto diferente do chá verde do Brasil. Todos eles são, como diria a tia do Editor do UOL Tablóide segurando a orelha com o polegar e o indicador, "daqui, ó!".

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h05
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - "Largo de Pinheiros"

Anote o nome desta rua: Khao San Road. É uma espécie de largo de Pinheiros daqui de Bancoc, mas mais variado. Além dos tradicionais camelos, bares e gente tentando te vender o que você jamais vai querer comprar, há os vendedores de carteirinhas e diplomas (tem até certificado de fluência em inglês da Teofl e credencial de jornalista) e uma barraquinha de... Hummm... Petiscos que deixariam a tia do Editor do UOL Tablóide de cabelo em pé (baratas, larvas, formigas...)

Uma curiosidade. Aqui, se você não compra o produto após uma longa conversa, o vendedor não te dá um tapinha nas costas e te diz "valeu, brother, fica pra próxima". Não. Aqui o vendedor senta no canto, cruza os braços e fica fazendo beicinho.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h46
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Pechincha

Alguns povos adoram pechinchar. É cultural.

Anguns turistas adoram pechinchar. É questão de gosto.

Agora, ter de passar dez minutos explicando ao taxista que não vai pagar 400 bahts por uma corrida na qual gastou 300 bahts apenas quatro horas antes... É um saco.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h45
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Pechincha 2

No post acima eu reclamei de pechinchar. Entretanto, um cara me ofereceu algo que eu queria por 750 bahts. Consegui pagar 200 baths e saí todo pimpão.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h45
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Brasil! Brasil!

"Adoro música brasileira", diz outro jornalista ao Editor do UOL Tablóide no centro de imprensa do Miss Universo 2005. Aí ele mexe em seu laptop e coloca para tocar "Bonde da Orgia".

Aí fica difícil.
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h36
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Kob kuhn khab

Em qualquer lugar da Tailândia você é bem recebido. Na maioria deles, se você tiver cara de estrangeiro (como este quase-humilde escriba), é recebido em inglês: "Welcome". Eu sempre respondo "kob kuhn khab" ("obrigado" para nós, meninos; para meninas é "kob kuhn kha"). Dizer isso é dar um enorme passo para receber um sorriso e ainda mais simpatia.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h36
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Fãs de Simpsons

Sim, amiguinhos, a água aqui (privada, pia etc.) gira ao contrário da água brasileira. Afinal, estamos no hemisfério Norte, não?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 16h33
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Prólogo

Mais de um dia de viagem. Dois aviões. E uma lista que beira o infinito de lembrancinhas pedidas por parentes, amigos próximos, amigos não tão próximos, amigos próximos de amigos não tão próximos e, é claro, a prima do cunhado da tia do vizinho da frente do amigo próximo de um amigo não tão próximo que você conheceu em uma balada, bêbado, e até hoje não sabe o nome do camarada direito. Mas, enfim, é assim que se constrói uma viagem: nos prólogos, não?

 

Por isso é muito importante ter uma boa despedida. Alguns amigos de bom gosto convidaram-me para uma "maratona de filmes" de despedida na casa de um deles, o Zé Ruela. E lá fomos nós. Eram três fitas: a primeira sobre um seqüestro em um avião - uma coisa assim, meio tensa. O segundo filme era "Apertem os Cintos.. o Piloto Sumiu", talvez o filme com melhor título-resumo-da-história do cinema norte-americano. E o terceiro era um em que um avião cai numa montanha e os sobreviventes apelam, a contragosto, ao canibalismo para sobreviver. Tinha ainda o primeiro episódio do seriado "Lost", mas aleguei cansaço, sono, sarampo, catapora, TPM e diarréia e fui para casa dormir.

 

Acho que ter ido a essa despedida dos meus amigos não foi uma boa idéia.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h00
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - O vôo

Voar sempre é bom. Mesmo quando você tem cara de bandido coadjuvante de filme B feito sem orçamento, o que significa que em qualquer aeroporto que você pare, para escala ou estadia, alguém vai ficar te encarando, ficar arranhando seu passaporte para ver se é falsificado, perguntar três ou mais vezes o que você está fazendo lá e terminar a conversar com um simpático "thank you, anyway", olhando para o outro lado.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h00
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TABLÓIDE NA TAILÂNDIA - Chegada

"Bancoc, cheguei", avisa o Editor do UOL Tablóide, educado.

"E agora?", pergunta a cidade, assustada.

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 11h59
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EM DEFESA DE RONALDO E CICARELLI

Três meses após o casamento no tal castelo. E eles se separaram. E todo mundo caiu matando. Também quero dar minha opinião. Esqueçam esse papo de três meses. Foram 11 meses, do início ao final. Três meses só depois daquela festa com direito a caviar, castelo e barraco-pastelão à la novela mexicana. Mas 11 meses.

E pergunto eu: você já namorou alguém por mais de 11 meses? Pois é, eu também. E você já namorou alguém por menos de 11 meses? É, eu também! E ninguém me criticou por causa disso! Moçada, olha a idade do casal: 25 (ela) e 28 (ele) aninhos. Agora, olhem a idade das pessoas ao seu redor. Procurem alguém com mais de 22 e menos de 30. Quantos deles não passaram por namoros de menos de um ano? OK, os seus namoros (e de seus amigos) não tiveram nada tão brega quanto casamento-sem-ser-casamento. Mas tiveram algo tão (ou mais) brega: "juntar". Éééééé! Não adianta virar a cara, parar de ler o blog, ofender-me ardentemente (sou o Editor do UOL Tablóide, estou acima de ofensas). "Juntar" é quando um casal vai morar junto, como se fosse casalzinho, e não oficializa nem no religioso, nem no civil. E Ronaldo Cicarelli e Daniella Fenômeno fizeram exatamente isso: "juntaram"! E como a maioria dos casais brasileiros, jovens e "modeeernos" que se juntam, se separaram. Qual o problema nisso? Nenhum! Eles que vão ser felizes! Desejo a Ronaldo muitos gols, muitas namoradas e muita amor de seu filho, Ronald. E desejo à Cicarelli muito sucesso, muitos namorados e tantas festas de casamento quanto ela quiser. Aliás, fica aqui um candidato para a próxima (como noivo, é óbvio - adoro mulheres barraqueiras).

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 15h08
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RONALDO & CICARELLI: CAUSAS E CONSEQÜÊNCIA
Sim, eu soube do divórcio. Mas não, não sei a causa. Vejo pessoas especulando se teria sido ciúme dele, ciúme dela, chifre dele nela, chifre dela nele, a inevitável incompatibilidade de agências (que só existe entre ricos e famosos, pessoas normais não se separam por causa disso)...
OK, essas são as possíveis causas. Mas ninguém pensa na profunda e real conseqüência de uma separação como essa?
Gente, a Cicarelli está solteira!!!!!!!
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 14h20
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O ÚLTIMO BISCOITO DO PACOTE
Você está em um bar, conversando como todo mundo. Aí você conta uma história, qualquer uma, e depois muda-se de assunto. Mas na mesa (e isso ocorre em qualquer mesa) há alguém que se acha O Último Biscoito Do Pacote. E ele, O Último Biscoito Do Pacote, doravante chamado OUBDP, irá olhar para você de cima para baixo. Ele coçará o queixo e dirá, empostando a voz para que todos os clientes deste bar ouçam o que ele tem a dizer - e, além deles, os fregueses do bar ao lado, do bar do outro lado da rua e do bar a três quadras dali. E ele começará assim: "Sabe qual é seu problema?".
E ele dirá. Com gestos e exemplos da vida dele, dizendo como ele é bom, ele discorrerá sobre você, e como você não é bom. E ele tentará te ajudar (afinal, ele é bom) e te pedindo para seguir os exemplos dele (afinal, ele é bom), mesmo sabendo que você não irá conseguir (afinal, você não é bom).
E, quando acabar, ele irá tomar um chope inteiro sem parar para respirar (afinal, ele é bom), acenderá o cigarro dele com aquele jeito maneiro que só ele sabe (afinal, ele é bom) e ficará te olhando de cima para baixo, com um sorrisinho na ponta esquerda do lábio (afinal, ele é bom), enquanto você leva um bom tempo para entender tudo aquilo que ele te ensinou (afinal, você não é bom).
E sabe o que é curioso? O OUBDP, na realidade, nunca acerta os problemas do cara que está "tentando" ajudar, dá sempre os mesmo inúteis conselhos que ele aprendeu num panfleto de auto-ajuda e, no fundo, no fundo, tá implorando para ser seu amigo, porque ninguém consegue ser amigo de um OUBDP por mais de dois meses. É quando a sigla dele muda de OUBDP para FDP, mas é melhor eu deixar a explicação desta sigla para uma outra oportunidade.
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 14h25
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GATINHA LUZ: UM APOIO

Eu evito me meter em certas questões. Tenho medo de causar infinitas crises com meus comentários - apesar de flamenguista, por exemplo, nunca ataquei presidentes do Flamengo por certas burradas que deixaram o time onde está. Já pensou: aquela multidão de rubros-negros nas arquibancadas do Maracanã levando faixas com os dizeres "Editor do UOL Tablóide pra presidente do Mengão"?
Mas noto que estou sendo prolixo. Queria dizer que tomo cuidado ao emitir minhas opiniões para não gerar conflitos em outras instituições, países e planetas (minha ex-namorada alienígena que o diga). Mas esta questão do meu querido Chile está tirando meu sono: "Gata chilena condenada à morte por morder morcego desaparece". Gente, ela só mordeu um morcego! Quero deixar aqui meu total apoio. E, diferente de certos "rebeldes modernos" por aí, não vou tirar a roupa para apoiar a Luz. (Você já que qualquer desculpinha de meia-tigela serve pra um bando de moleque ficar peladão no meio da rua?)
Queria deixar aqui argumentos e argumentos para que poupem a vida da bela e safa Luz, que se encontra foragida pelo perigoso crime de morder morcegos. Queria, mas a idade (pra variar) afeta a minha memória e minha capacidade de raciocínio, e a única coisa que me vem à mente é: se Ozzy Osbourne pode, por que ela não????

E você, internauta, o que acha deste importantíssimo caso de repercussão internacional: O QUE SERÁ DE LUZ?

Escrito por Editor do UOL Tablóide às 17h51
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SOBRE FESTAS E O TAL BUNDALELÊ
Não tenho nada contra festas. Mesmo quando não fui convidado. Mesmo quando eu mesmo me convido e sou rejeitado. Mesmo quando o brigadeiro, o bolo e a cerveja acabam antes de eu chegar. Mesmo quando é no vizinho, dura até as 6h da manhã e eu tenho que levantar às 7h. (OK, quando eu tenho que levantar cedo, confesso que fico um pouco mal-humorado.)
Não tenho nada contra bundalelês. Confesso que acho meio estranho quando aqueles homens se juntam para abaixar a calça em público, normalmente com o intuito de ofender alguém. Mas nada contra, mesmo quando aqueles manés fazem o bundalelê para um grupo de umas 40 pessoas e nenhuma delas ri, só eles mesmos. Mesmo quando um dos autores do bundalelê está tão bêbado que ele cai para a frente durante o ato. Mesmo quando eu sou o alvo de todas aquelas bundas peludas (algumas nem tanto).
Agora... Será que dá para alguém me explicar o que um ou mais bundalelês têm de tão especial para animar uma festa, a ponto de o Latino sair por saí se gabando para todo mundo que a festa no apê dele tem bundalelê?
Escrito por Editor do UOL Tablóide às 12h38
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